quinta-feira, 7 de julho de 2016

Construções Megalíticas



As construções megalíticas se espalhavam essencialmente por toda a Terra; construções de pedras enormes que pesam até um milhão de toneladas. Por que e como eram feitas ainda não foi explicado adequadamente.

Em arqueologia, designa o conjunto de construções de grandes blocos de pedras, típicas das sociedades pré-históricas, edificadas essencialmente no período neolítico (por vezes também idade do Cobre e Bronze) com objectivos simbólicos, religiosos e principalmente funerários.

As primeiras construções megalíticas, da Europa Ocidental, localizam-se em Portugal, e datam de finais do VI milénio antes da nossa era. Espalharam-se desde a Península Ibérica até aos países nórdicos e norte de África. Na África Central, também se encontram testemunhos destas construções.









O Cromeleque dos Almendres é o maior conjunto de menires estruturados da Península Ibérica e um dos mais importantes da Europa. Encontra-se a cerca de 13 quilómetros da cidade de Évora, no Alentejo, a Sul de Portugal continental. Este recinto só foi assinalado em 1964 pelo arqueólogo Henrique Pina, no decorrer dos trabalhos da carta cartográfica de Portugal. Este monumento data dos finais do VI milénio AC ou início do V milénio AC e é constituído por 95 menires, sendo que no seu apogeu teria cerca de cem.

A Bolívia, possui um dos mais importantes complexos arqueológicos megalíticos do mundo, o Puma Punku, ou a "Pedra do Puma".





terça-feira, 31 de maio de 2016

Pinturas Rupestres e Contato Extraterrestre



Arte rupestre é o termo que denomina as representações artísticas pré-históricas realizadas em paredes, tetos e outras superfícies de cavernas e abrigos rochosos, ou mesmo sobre superfícies rochosas ao ar livre. A arte rupestre divide-se em dois tipos: a pintura rupestre, composições realizadas com pigmentos, e a gravura rupestre, imagens gravadas em incisões na própria rocha.

Em geral, trazem representações de animais, plantas e pessoas, e sinais gráficos abstratos, às vezes usados em combinação. Sua interpretação é difícil e está cercada de controvérsia, mas pensa-se correntemente que possam ilustrar cenas de caça, ritual, cotidiano, ter caráter mágico, e expressar, como uma espécie de linguagem visual, conceitos, símbolos, valores e crenças.



Por tudo isso, muitos estudiosos atribuem à arte pré-histórica funções e características comparáveis às da arte como hoje é largamente entendida, embora haja uma tendência recente de substituir a denominação "arte" rupestre por "registro" rupestre, considerando a incerteza que cerca seu significado. Permanece, de todo modo, como testemunho precioso de culturas que exercem grande fascínio contemporaneamente mas são ainda pouco conhecida.


A teoria dos antigos astronautas nunca foi tão difundida como hoje. Agora , existem inúmeras teorias que falam sobre a possibilidade de que a humanidade antiga foi visitada no passado por seres que não eram da Terra. Essas teorias são apoiadas por "evidências físicas ", como inúmeras construções inexplicáveis ​​em todo o mundo , desenhos misteriosos , cavernas, megálitos e textos indecifráveis ​​e pinturas que parecem retratar seres de outro mundo que tenham entrado em contacto com o homem antigo .


Existem teorias que falam da possibilidade de seres extraterrestres terem ajudando nossos antepassados ​​a desenvolver-se como uma espécie, dando conhecimentos para o homem primitivo, que, por sua vez, expressou e gravou estes relatos históricos em cavernas, textos antigos e monumentos.

Em quase todos os continentes da Terra, há achados que a arqueologia mainstream, antropologia e outras ciências não conseguem explicar. Símbolos, itens e construções que não parecem encaixar-se os métodos de pensamento convencionais. Figuras apresentam-se como pistas silenciosas, apontando para alguma coisa, que o homem antigo estava a ver, figuras humanoides misteriosas, capacetes, máscaras, luvas, quase que descreve o que hoje conhecemos como "astronautas".


Peru, Bolívia, Equador, México, Ilha de Páscoa, Austrália, Japão, China, Índia, Turquia, Egito e outros países têm incríveis construções megalíticas que não podem ser replicados com ferramentas modernas.


Será que essas representações são destinadas a representar os "Deuses" que vieram das estrelas, que chegaram em grandes navios? Ou foram essas interpretações representações anômalas com a intenção de representar a arte abstrata do homem antigo?


Estas criaturas estão claramente representados com capacetes, máscaras, luvas e outros itens que o homem antigo não tinha.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Estrutura Alienigena





A 1500 anos-luz da terra uma estrela localizada pouco acima da Via Láctea vem atraído a atenção de astrônomos e especialistas o motivo seria um estranho fenômeno que ocorre em uma estrela chamada de KIC 8462852 . 

Esta estrela emite um padrão de luz diferente das outras estrelas captadas pelo Telescópio espacial Kepler. 


Os astrônomos, aceitam seriamente a possibilidade de que os estranhos padrões e sinais emitidos pela estrela possam ser causados por uma estrutura gigantesca, construída no espaço. E se foi feita por alguém e os humanos nunca estiveram nem perto desse lugar, logo, foi construída por seres extraterrestres. 


O astrônomo Jason Wright, da Universidade de Penn State, nos Estados Unidos, publicará em breve um estudo sobre esse sistema de estrelas ou estranho fenômeno curioso. 





"Alienígenas devem sempre ser a última hipótese a se considerar, mas a estrutura parecia ser algo que somente uma civilização alienígena poderia fazer. Por isso, eu fiquei tão fascinado. Por ver o quão louco tudo isso é", afirmou à revista The Atlantic.


A estrela chamou a atenção dos astrônomos pela primeira vez em 2009, quando o Kepler a identificou como candidata a ter planetas semelhantes à Terra orbitando a sua volta. Mas a KIC 8462852 emitia um padrão de luz jamais visto. Esta estrutura com metade do tamanho da estrela.


Em 2011, a estrela foi encontrada novamente por cientistas do programa "Planet Hunters" que analisam as informações obtidas de 150 mil estrelas pelo Kepler. Várias hipóteses naturais foram descartadas pelos astrônomos.






"Nunca vimos nada como essa estrela. Era totalmente estranha. Nós achamos que poderíamos estar recebendo dados corrompidos ou danificados devido ao movimento da nave, mas não, tudo estava correto", disse, à revista, Tabetha Boyajian, pós-doutoranda pela Universidade de Yale e supervisora do "Planet Hunters". 


Toda a "polêmica" gira em torno da queda do briho da KIC 8462852. Quando um planeta passa em frente a uma estrela, seu brilho cai 1% ou 2%. Mas, essa estranha estrela escureceu até 20% em intervalos aleatórios durante os 1.600 dias de monitoramento da Kepler. 





Após cerca de 800 dias, o brilho da estrela caiu 15%. Então, em torno da marca de 1.500 dias, houve um escurecimento de 20% da luminosidade da estrela.

Para isso acontecer, o objeto que passou em frente da estrela deve ser quase metade do diâmetro dela. Para se ter uma ideia, Júpiter, o maior planeta do nosso Sistema Solar, tem apenas um décimo do diâmetro do Sol.

Os pesquisadores levaram em consideração inúmeras hipóteses para o fenômeno. Entre as que não foram descartadas, está a probabilidade muito remota de uma trombada planetária. 

Outra explicação, um pouco mais convincente, mas ainda não muito, é a da interferência de um grupo de cometas na região da estrela.




Por isso, Andrew Siemion, diretor do SETI, um grupo que busca inteligência extraterrestre, entrou na pesquisa. A possibilidade de que um objeto criado por criaturas inteligentes tenha interferido na luz da estrela está sendo levada a sério pelos pesquisadores.


A hipótese é a de que alguma civilização pra lá de sofisticada tenha construído um mecanismo para aproveitar ou coletar a energia diretamente de sua estrela (ou seu sol).


Por isso, os astrônomos agora propõem apontar uma antena na direção da estrela par estudar as ondas de rádio vindas daquela direção, na clara esperança de encontrar algum tipo de atividade produzida pela tal civilização especulada. 

As primeiras observações devem ocorrer em janeiro de 2016.